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A Fadinha do Skate fatura R$ 150 mil pela prata, fora patrocínios.
01/08/2021 12:31 em MUNDO

Tem um ditado popular no Rio Grande do Sul que diz: “o cavalo encilhado não passa duas vezes”. É claro que é só um ditado, mas já nos desperta para refletirmos que uma chance pode ser única. Vamos lá, mais uma vez falar dela, a menina Rayssa-fadinha-, que tanta alegria nos proporcionou nesses dias. Confesso que, olhando as competições essas noites, senti saudades da tela menor, no canto do televisor, mostrando a saga da menina do interior do Maranhão, enfrentando grandes nomes do skate mundial, e deixando todos na “lona”. Aliás, não me lembro de ter visto em nenhuma publicação, antes da fama, de apoio do Governo do Estado do Maranhão, empresas e etc. Não foi por falta de pedido. Enfim, os tempos mais difíceis passaram; com a conquista da prata nas Olimpíadas de Tóquio, Rayssa ganhou também um prêmio de R$ 150 mil. Quem ganha ouro, no caso da Rebeca, leva R$ 250 mil; o bronze rende ao atleta, R$ 100 mil de prêmio.

        Rayssa foi vista praticando algumas manobras na praça Mané Garrincha em Imperatriz, na semana que chegou do Japão. Cenas como essas serão cada vez mais raras até porque a atleta estava produzindo imagens para a Rede Globo exibir em seus programas de esporte. Além disso, tem contrato com   Nike, empresa de material esportivo. A vida tem que seguir; os compromissos aumentaram e também os cuidados com uma carreira que está só começando e tem muitas alegrias a nos proporcionar. Num país que venera o futebol, ver uma menina apaixonar a todos no skate, não tem preço. Ah, por falar nisso, os nossos futuros campeões desse esporte, estão reclamando que as condições da pista de skate do Fiqueninho e da Praça Mané Garrincha   não estão adequadas. Precisam de alguns ajustes e reparos. E pra você que negou um pedido de apoio da família da Rayssa, lá no passado, antes da fama, reflita no ditado que inicia esse texto.

Edy Soares.

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